terça-feira, 13 de setembro de 2011



12 de setembro de 1948. Seria mais uma data comum, se não fosse o nascimento de uma estrela, uma naja, um anjo. Em Santigo, nascia Caio Fernando Loureiro De Abreu, pra trazer luz e fé pro mundo. 63 anos hein meu Caio F? Como já cantava Renato RussoÉ tão estranho os bons morrem jovens (..) E acabou indo embora cedo demais.” Essa danada da AIDS hein? Te levou embora tão cedo meu anjo, você ainda tinha tanta coisa pra mostrar, tanta vitalidade, tantos sonhos e ideais. Tanta verdade pra jogar na cara desse povo injusto. Mas você deixou pra nós o seu dom mais precioso, o seu tesouro: Seus textos, contos, crônicas, cartas. As palavras. Existe coisa mais bonita que essa? Creio que não. Você não teve filhos mas deixou milhares de leitores órfãos com a sua partida. Mas hoje não é dia pra falar de morte não é? Hoje seria seu aniversário. Você não queria ser amado por algo que escreveu? Pois é. Você conseguiu ser amado, conseguiu traduzir sentimentos, parodoxos. Você falou muito, colocou a boca no trambone. Apanhou na época da ditadura pra não dedurar uma amiga. Você era leal, amigo, mas também adorava ser naja não é? Adorava criar novas palavras, novas gírias. Adorava divertimento. Sem mais delongas, você não só nesse dia, não só em morte, mereceu e merece do respeito, admiração, afeto DO MUNDO! Você foi um exemplo para amigos e leitores. Independente de onde esteja, repito com força e fé. Que seja doce SETE VEZES. Toda a minha saudade e o meu amor de sempre.

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