quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Não mais um sentimento falho. Não mais uma dúvida engasgada. Não mais noites mal-dormidas. Não mais um dia esperando. Não mais um elogio querendo ser elogiado. Não mais um amor até morrer.
Agora é sua vez, eu te darei um amor que seja até viver. Você pensa e fala. Não precisa falar, podia apenas ser. Você é.
Aproxima-se com seu bom-senso atento. Alerto, apaga-me as lembranças, mostra-me que não preciso de dias e rasga o calendário do ano passado. Rabisca os livros, muda a história. Mostra-me em suas mãos o roteiro da minha vida, cheio de linhas em branco, ansiando ser preenchidas. E quando, sem jeito, você me perguntar o que fazer, eu te digo que “não importa”, pode me conduzir até onde quer que queira. Agora é você quem está na direção.
Ismara Alice
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